“Devíamos estar a falar de uma meta de 4% ou 5% do PIB para ciência e inovação”
Marta Agostinho, portuguesa que dirige a EU-Life, defende que os 158,1 mil milhões propostos para a ciência europeia ficam aquém. A “falta de investimento” é o grande calcanhar de Aquiles, acrescenta.
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